Meninas, meu recadinho sobre o Dia das Mães para vocês.
Ontem saí com minha mãe. Foi uma agradável manhã, misturando a euforia das compras e a prazerosa companhia daquela que me fez o que sou.
Com tanto sentimento bom que a intimidade entre mãe e filha permite, me lembrei de algumas amigas especiais, que me levam a boas lembranças, todas tão gostosas quanto as brincadeiras e o café da manhã em família.
Mesmo sem nunca ter gerado, a melhor representação da expressão mãezona é a Rita Diascanio. Conhece uma espécie de mãe de todo mundo? É ela. Cuida da parentada toda e também dos filhos de mães desconhecidas, que se tornam conhecidas eventualmente quando algum de seus funcionários diz seus nomes. Dá para acreditar que ela “é mãe da própria mãe”?
E a Dinah Lopes, aquela filha da mãe que só come macarrão instantâneo! Essa sabe, certamente, que delícia é ter a mãe por perto.
Ah, tem um tipo bem divertido: a mãe palhaça. Não é todo mundo que consegue ter uma por perto, então quem fica próximo a Cyntia Rocha curte muito. Que bicha boba! Também, com o desafio de criar uma adolescente e um Lucas Guedes em crescimento frenético, haja bom humor!
Ah, o amor! Quando o coração está cheio desse sentimento pouco importa se o filho é comprado em pet shop. Deram nome de gente. E não podia ser qualquer um: Madona, uma estrela mundial. Mas fica a pergunta: será que a Jackie, formal daquele jeito, diz “Madona, vem com a mamãe”? Ainda que não, a rigorosidade no cartão de vacinas da cadela labradora sinaliza o quanto é querida e bem-cuidada.
Outra curiosidade do mundo materno é quando mães e filhas se parecem. Em geral, diz-se que a menina parece com a mulher. Mas também há casos em que a genitora lembra a cria. É assim a Vivi: um mulherão que em alguns momentos é tão menina, tão Aninha.
Apesar de seu jeito jovial e sua habilidade para mil e uma coisas, sem esquecer o corpão, fortalecido pela genética, moldado em academia e ajudado pela Medicina, uma coisa eu tenho certeza: o melhor exemplo de mãe moderna não é a Luciana. Explico: ela é a mãe gata. No outro quesito quem rouba a cena é própria mãe. Dona Emília, que já passou das sete décadas, continua dando show no sambódromo e até tem um namorado. “Ah, mãe, assim você me mata”, diria Rita.
E por falar em namorado, o que dizer de Laiz Fidalgo, que nem é mãe, mas veio à memória agora por causa das cenas de ciúmes com o “namorado paz e amor”? Essa menina inteligente tem a combinação adorável dos genes de um surfista gato com uma brava e exigente professora de português. Saiu assim: bacana, agitada e com excelente texto.
Língua portuguesa me leva ao Herculano, meu amigo querido, que nem veio de Portugal, mas torce pelo Vasco da Gama. Peraí, você se pergunta, o que ele tem com essa história de mães? Ele é peça fundamental. Será com a ajuda dele que a minha amada amiga Roberta Peixoto se tornará mãe. E assim, muito em breve e se Deus quiser, eu e ela ingressaremos no abençoado mundo daquelas que se exibem com seus bebês gordinhos, lindas e felizes, dando gargalhadas.
A todas nós e nossas mães, parabéns!
Ps.: não citei outras colegas porque o que vejo nelas não é sentimento maternal, mas, conforme a palavra que acabei de inventar, filharal.
Saudades.
Rafaele Gasparini